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Quando se trata o curso do mercado de imagens de escritório, percebemos uma constante flutuação, com grande quantidade de tendências que podem ser assinaladas como possíveis causas. Os mercados adjacentes ou complementares tais como a produção e impressão de etiquetas, estão tomando força em muitos distribuidores e a convergência digital está afetando os volumes de impressão, criando mudanças no software e no cenário de “tudo-como-um-serviço”. Além disso continuamente há uma referência ao futuro do escritório sem papéis. No entanto, frente à mudança e ocasional declive, o próprio mercado de hardware continua circulando. Há muitos fatores que influem nisto, pelo que lhes proporemos neste artigo examinar somente três das principais tendências que afetam o setor de hardware na atualidade.

Convergência A3/A4

Recentes anúncios de vários fornecedores enfatizam a crescente importância do hardware tamanho A4 no mix geral de produtos na atualidade. Somente em março de 2017 vimos três copiadoras OEM das mais tradicionais, Canon, Ricoh e Kyocera, liberar uma grande quantidade de dispositivos A4, e são somente os últimos em uma longa linha durante os últimos anos. A penetração profunda dos serviços de gestão de impressão revelou a subutilização dos dispositivos A3, permitindo estabelecer a proposta de valor de dispositivos tamanho A4 para grupos de escritório como a mais convincente. Dado que as páginas emigraram desde o A3 a dispositivos A4, a pressão se instalou em fornecedores de copiadoras para alterar estrategicamente seus programas e competir em um mercado onde o “descolamento equilibrado” é uma meta.

No entanto isto não é um assalto unilateral e o mercado A3 representa, todavia, um mercado lucrativo, levando a alguns fornecedores tradicionais líderes em A4 a fazer movimentos no espaço, em particular certamente HP com a compra da divisão de impressora Samsung e seu último lançamento planificado no mercado A3. Em seu anuncio, o último mês de setembro, HP expressou que “perturbaria o segmento de copiadora de US$ 55 bilhões” com sua aquisição e divulgação de dispositivos A3.

Ainda que tivemos algumas dúvidas enquanto à cifra de US$ 55 bilhões, certamente não há dúvida que HP está sub-representação no segmento independentemente de seu valor total. Em um estudo de Investigação de BPO realizado pouco depois do anúncio, mais dos dois terços dos distribuidores entrevistados disse que nunca tinham tido solicitações anteriores de produtos tipo copiadora HP A3, já sejam produtos Edgeline de HP ou suas laser marca HP com base Sharp. HP sem dúvida possui espaço para crescer nesta área: 37% dos entrevistados estavam dispostos a avaliar se converter em um distribuidor para os novos produtos de HP e em u recente informe, HP assegurou que já têm uma aliança com um número de distribuidores.

HP não é o único distribuidor de impressão tradicional que faz um movimento no segmento de copiadora; Lexmark fez as coisas um pouco diferentes o ano passado com sua CX860. Uma MFP laser color A4 orientada para o tradicional segmento A3, a CX860 possui características como A3, incluindo opções de acabamento, velocidade de 60 pp e um MSRP como A3 de US$26.000.

O dispositivo pode fazer quase todo menos imprimir em papel tamanho A3, que Lexmark reivindica não é importante para a maioria dos usuários, 98% dos quais imprimem ou copiam em páginas de tamanho carta ou A4. Outro competidor no segmento A3 é Epson, mas sua via de entrada é um pouco diferente, nos levando à próxima grande tendência.

Tinta no escritório

Tinta em negócios, inkjet em escritório, tinta no escritório, não importa como a chame, é um tema que segue despertando o interesse no mercado de imagem e impressão. Tecnologias baseadas em tinta e introdução de produtos de fornecedores como Brother, Epson, HP, Memjet, Xerox e outros têm agregado combustível a uma discussão já animada. As impressoras com base laser e as multifuncionais seguem dominando no grupo de trabalho de escritório, mas as tecnologias de impressão inkjet estão ganhando considerável terreno e o panorama está mudando.

As empresas estão adoptando trabalhadores móveis, em nuvem e fluxo de trabalho digital, e as pessoas estão consumindo informação de novas maneiras. Ao mesmo tempo, as organizações estão buscando constantemente maneiras de reduzir gastos e melhorar a eficiência, e os processos de negócios baseados em papel se converteram em principais objetivos. A indústria de impressão reagiu a estas tendências se afastando do hardware e das páginas. O efeito combinado destas tendências é um mercado extremadamente diverso e preparado para a perturbação. É hora de introduzir a tecnologia inkjet no escritório.

Este infográfico apresenta uma breve descrição do inkjet no escritório, mas de toda sua história, 2017 parece ser um ano revolucionário no mercado. O anuncio de A3 de HP anteriormente mencionado incluía três novos dispositivos baseados em sua tecnologia PageWide: tecnologia escalável atualmente no mercado em produtos tamanho A4 que pode ser aproveitada por máquinas maiores com múltiplas cabeças unidas, para produzir velocidades ainda mais rápidas e maior largura de impressão. Apesar que estão desenhadas para ser mantidas com serviço, o que é importante para os distribuidores que vendem dispositivos como parte de um contrato de serviço, HP promove a arquitetura simples das plataformas PageWide Enterprise e Pro. Com somente três componentes que podem necessitar substituição, os dispositivos PageWide oferecerão menores custos de serviço para os parceiros do setor. Os dispositivos terão velocidades de impressão que vão de 40 ppm até 80 ppm em modo Escritório Geral.

Em comparação, Epson anunciou recentemente que a MFP WF-C20590 A3 imprime a velocidades de até 100 ppm, segundo o qual expressa Epson, é o dispositivo mais rápido de sua classe. Utiliza tecnologia de cabeça em linha PrecisionCore de Epson, a qual incorpora cabeçotes de impressão com chips de impressão modulares que se podem combinar de várias maneiras. A WF-C20590 é a primeira MFP com tecnologia de cabeça color PrecisionCore e se espera que esteja disponível em meados de 2017.

 A MFP Inteligente e Segura

As MFP atuais são mais que simples dispositivos de impressão: são componentes sofisticados em rede. Estas multifuncionais “inteligentes” contam com características tais como servidores web incorporados e a capacidade de se conectar diretamente aos serviços e aplicações baseados em nuvem.

Com cada nova versão e atualização de hardware, vemos uma cada vez maior e, sinceramente, esperada grande variedade de serviços que se integram com o hardware diretamente desde seu tablet como o painel de controle. E uma lista quase interminável de aplicações como SCAN-to-Box, Google Drive, Evernote, Salesforce, OneDrive, Word, PDF, etc. No entanto, há alguns inconvenientes nesta conectividade melhorada. Os dados que viajam para e desde uma MFP em rede incorretamente segura podem ser vulneráveis a hackers e violações de dados, enquanto que a capacidade para imprimir desde qualquer lugar pode conduzir a trabalhos de impressão órfãos e informação potencialmente insegura, deixada em bandejas de saída da impressora.

Por sorte, a MFP inteligente é também segura, ao menos possui a capacidade de ser segura e simplesmente requer a adequada intervenção humana para ativar suas muitas características de segurança. As características de autenticação do usuário, tais como senhas, cartões ou autenticação biométrica podem ser utilizadas para ativar uma política de pull printing, assegurando que os trabalhos de impressão não saiam dos dispositivos sem monitoramento. Controles de acesso podem ser implementados em vários níveis, bloqueando visitantes ou colaboradores com uma menor autorização de segurança por parte de material mais sensível, funções de nível superior ou acesso a nível de servidor (novamente, uma capacidade que a princípio está inclusa no dispositivo ou simplesmente necessita ser aprovado por o vendedor ou o departamento TI do cliente). As portas de rede podem ser protegidas, os discos rígidos cobertos por programas de proteção antivírus e incorporar políticas obrigatórias de segurança.

As MFP inteligentes, quando são usadas e seguras corretamente, podem melhorar os processos de negócios, permitindo que as mudanças no segmento de impressão se produzam naturalmente em apoio de maiores objetivos em quanto à transformação digital. Aumentarão as economias de custos, se economizará tempo e as empresas provavelmente verão melhoras espetaculares na produtividade dos trabalhadores.

A impressão segue sendo uma importante e possível função de negócio, por não seguir independente, segundo o evidenciado por estas e muitas outras tendências. A medida que avança a tecnologia, o hardware se beneficia como assim também os distribuidores e clientes. Longe de viver em uma sociedade sem papéis, vivemos em uma que adota múltiplas saídas e as tendências atuais de hardware refletem esse feito.

Fonte: blog do reciclador

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